1ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS ARQUITETOS E URBANISTAS DO CAU/SP – 01 E 02 DE AGOSTO

CONVOCAÇÃO

 

 

1ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS ARQUITETOS E URBANISTAS DO CAU/SP

 

 

O Presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo – CAU/SP, no uso de suas atribuições, convoca para a 1ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS ARQUITETOS E URBANISTAS DO CAU/SP a realizar-se nos dias 01 e 02 Agosto, nas dependências do Memorial da América Latina, Auditório Simon Bolivar, situado na Avenida Auro Soares, 664, Barra Funda – São Paulo/SP. 

 

 

Programação 1ª Conferência Estadual de Arquitetos e Urbanistas do CAU/SP

·       Dia 01/08

8h – Credenciamento

9h – Abertura

9h30 às 13h – Mesa 1: Cadeia produtiva e tecnológica da construção civil

13h às 14h30 – Intervalo para almoço

14h30 às 17h30 – Mesa 2: Ensino e formação do Arquiteto e Urbanista

19h – Abertura solene

·       Dia 02/08

9h às 13h – Mesa 3: Ética e globalização

13h às 14h30 –  Intervalo para almoço

14h30 às 17h30 – Mesa 4: Exercício profissional e o papel social do Arquiteto e Urbanista

18h30 às 20h30 – Plenária Final


Atividades simultâneas:

·       Dia 01/08

Horário: 14h30 às 18h30

Local: Sala dos Espelhos

Tema: Arquitetura e urbanismo como carreira de Estado

Organização: AEP.SP (Associação dos Arquitetos, Agrônomos e Engenheiros Públicos do Estado de São Paulo)

 

·       Dia 02/08

Horário: 9h às 13h

Local: Sala Mario de Andrade

Tema: Assistência Técnica Gratuita para Habitações de Interesse Social

Organização: Movimentos Sociais

 

Horário: 14h30 às 18h30

Local: Sala dos Espelhos

Tema: Arquitetura e Paisagismo

Organização: ABAP (Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas)

CARREIRA PUBLICA DE ENGENHEIROS, ARQUITETOS E AGRONOMOS.

PARECER Nº , DE 2013
Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 13, de 2013, (nº 7.607 de 2010, na origem), do Deputado José Chaves, que acrescenta parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, caracterizando como essenciais e exclusivas de Estado as atividades exercidas por Engenheiros, Arquitetos e Engenheiros-Agrônomos, ocupantes de cargo efetivo no serviço público federal, estadual e municipal.
RELATORA: Senadora ANA AMÉLIA
I – RELATÓRIO
Vem ao exame desta Comissão o Projeto de Lei da Câmara nº 13, de 2013 (nº 7.607 de 2010, na origem), com vistas a acrescentar parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 5.194 de 1966, para determinar que as atividades próprias das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, quando realizadas por profissionais ocupantes de cargo efetivo no serviço público federal, estadual e municipal, são consideradas atividades essenciais e exclusivas de Estado.
A referida Lei, objeto de alteração pela proposta sob comento, regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências, e seu art. 1º define suas características.
A justificação lembra a Emenda Constitucional nº 19, de 1998, que trouxe o conceito de “atividade exclusiva de Estado”, e assim o projeto tem por intuito trazer as referidas carreiras para tal condição, como medida justa e merecida, porque, em todas as atividades da economia nacional, sua presença é insubstituível.
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II – ANÁLISE
Compete a esta Comissão analisar o mérito da iniciativa, sem dúvida digna de elogios por seu intento de valorizar profissionais da maior importância para o progresso de um país. Sem o trabalho valoroso dos engenheiros, arquitetos e engenheiros-agrônomos, o desenvolvimento econômico seria impensável, e as políticas públicas, todas voltadas em última instância para o bem-estar social, não poderiam ser levadas a efeito.
Se voltarmos o pensamento para a construção de um futuro mais próspero, precisamos cada vez mais contar com esses profissionais, responsáveis pela edificação de uma infraestrutura que permite o desenvolvimento em todos os sentidos, incluída a sustentabilidade e todas as políticas com vistas a levar o Brasil a se tornar um país de primeiro mundo.
Tendo em vista a grandeza do trabalho desses especialistas, torna-se de inteira justiça enquadrar a atividade desses profissionais como carreiras típicas de Estado. Com essa caracterização, poderão eles contar com proteções especiais a serem garantidas em lei, resultando em mais segurança e tranqüilidade no exercício de suas tarefas, sem dúvida, altamente relevantes para o desenvolvimento do País.
Sem o trabalho preeminente dos engenheiros, arquitetos e engenheiros-agrônomos, o desenvolvimento econômico, a erradicação da pobreza e o estabelecimento de políticas públicas promotoras do bem comum seriam impossíveis. No âmbito desta Comissão, portanto, o projeto merece acolhida.
III – VOTO
Ante o exposto, opinamos pela aprovação do Projeto de Lei da Câmara nº 13, de 2013.
Sala da Comissão,
, Presidente

VIII CEP – CONGRESSO ESTADUAL DE PROFISSIONAIS DO CREA

VIII Congresso Estadual de Profissionais
Crea-SP realizou etapa final rumo ao CNP

Os profissionais da área tecnológica de São Paulo lotaram o Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina, durante a realização do VIII Congresso Estadual de Profissionais – CEP no sábado, 20 de julho.
O Congresso Estadual foi promovido pelo Crea-SP, com o apoio da Federação das Associações de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo – Faeasp, Mútua – Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-SP, Uniões de Associações e Banco do Brasil.
O Presidente do Crea-SP, Eng. Francisco Kurimori, compôs a mesa diretora do evento, ao lado do Presidente do Confea, Eng. José Tadeu da Silva; do Assessor Francisco Djair Galvão Freire, representando o Prefeito da Cidade de São Paulo, Fernando Haddad; do Eng. José Eduardo de Paula Alonso, representando os ex-Presidentes do Crea-SP; do Eng. José Luiz Pardal, Coordenador do Grupo de Trabalho CNP 2013; do Arq. Urb. Valdir Bergamini, Presidente da Faeasp; do Presidente do Crea-RJ, Eng. Agostinho Guerreiro; do Presidente do Crea-RS, Eng. Luiz Alcides Capoani; do Presidente do Crea-SE, Eng. José Roberto Silveira; do Conselheiro Federal Eng. Melvis Barrios Junior; do Diretor de Benefícios da Mútua nacional, Eng. Agr. Ricardo de Arruda Veiga; do Diretor Geral da Mútua-SP, Eng. Pérsio Faulim de Menezes; do Vereador Aparecido Correia da Silva, do município de Lins; e do Vice-Presidente do Crea-SP, Eng. Jolindo Rennó Costa.
O cerimonial foi conduzido pela Chefe de Gabinete do Conselho, Eng. Elisabete Rodrigues (foto acima).
Ao agradecer a presença dos profissionais no Memorial, o Presidente do Crea-SP destacou: “Vocês podem ter certeza de que o que for aprovado aqui no nosso Congresso, vou lutar com unhas e dentes, usando todas as forças para que essas propostas sejam defendidas no Congresso Nacional”.
O Presidente do Crea-SP também saudou a presença dos membros do Grupo de Trabalho CNP, responsáveis por toda a movimentação feita no Estado de São Paulo (foto abaixo).
O Coordenador do GT destacou o trabalho realizado pelo Crea-SP nos oito encontros regionais preparatórios que precederam o evento estadual. “Todo esse processo está sendo conduzido com total transparência”, afirmou Pardal.
Autoridades convidadas também permaneceram no palco do Memorial (foto acima).
Logo no início dos trabalhos, o plenário formado no Memorial da América Latina aprovou o regimento que conduziu os trabalhos do CEP durante todo o sábado.

A mesa dos trabalhos foi composta pelo Presidente do Crea-SP, Eng. Francisco Kurimori; pelo Vice-Presidente Eng. Jolindo Rennó Costa; pelo Vice-Presidente da Faeasp, Eng. Agr. Pedro Katayama; pelo Coordenador do GT CNP, Eng. José Luiz Pardal; pela Coordenadora Adjunta do GT, Eng. Ftal. Evandra Bussolo Barbin; pelo Superintendente dos Colegiados, Eng. Agr. Alceu Fernandes Molina Junior, relator dos trabalhos; e pelo Assistente Técnico Eng. Agr. André Luis Sanches, relator adjunto (foto abaixo).
Na sequência, os profissionais presentes participaram da eleição dos delegados paulistas para o CNP e a aprovação das propostas de São Paulo, que já nesta segunda-feira, 22, serão sistematizadas em número de 20 para envio ao Conselho Federal.
Coordenando os trabalhos da Comissão Eleitoral esteve o Eng. Agr. Alceu Fernandes Molina Junior, Superintendente dos Colegiados, com o apoio dos Conselheiros Eng. Ronaldo Perfeito Alonso e Tecgo. Ricardo Massashi Abe, Diretor Financeiro do Crea-SP.

PORTAL AETEC – EVOLUÇÃO DE VISITAS

O SITE DA AETEC  A QUANTIDADE DE ACESSOS NO ULTIMO ANO DOBROU:


MARÇO/2012 –  2.052  ACESSOS

ABRIL/2012 – 2.217 ACESSOS

MAIO /2012 – 3.776 ACESSOS

JUNHO /2013 – 6.851 ACESSOS

CAU/BR DEFINE ATIVIDADES EXCLUSIVAS DE ARQUITETOS E URBANISTAS – RESOLUÇÃO Nº51

CAU/BR define atividades que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas. Leia íntegra da resolução
Resolução Nº 51 segue diretrizes da Lei 12.378/2010 e passa a vigorar no dia de sua publicação no Diário Oficial da União

17 de julho de 2013

Arquitetos e urbanistas agora têm definidas as atividades que só podem ser realizadas por eles. O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), em cumprimento ao determinado pelo Artigo 3º da Lei 12.378/2010, definiu quais atribuições são privativas da profissão e não podem ser realizadas por outros profissionais. “O grande salto que estamos dando aqui é o estabelecimento claro do que é o campo profissional de Arquitetura e Urbanismo”, explica Antonio Francisco de Oliveira, coordenador da Comissão de Exercício Profissional do CAU/BR. A Resolução do CAU/BR entrou em vigor no dia 17 de julho.

Leia aqui a Resolução Nº 51, que define as atribuições privativas de arquitetos e urbanistas.

O documento baseou-se em duas fontes principais: a Lei 12.378/2010, que regulamenta o exercício da profissão, e as diretrizes curriculares nacionais dos cursos de Arquitetura e Urbanismo. Divide as atividades privativas de arquitetos e urbanistas em seis grandes áreas: Arquitetura e Urbanismo; Arquitetura de Interiores; Arquitetura Paisagística; Patrimônio Histórico, Cultural e Artístico; Planejamento Urbano e Regional; e Conforto Ambiental.

Para facilitar a compreensão dos profissionais, a Resolução Nº 51 possui um glossário que explica de forma clara e objetiva os termos usados na norma. Veja abaixo alguns exemplos de atribuições exclusivas da profissão:

– projeto arquitetônico de edificação ou de reforma
– relatório técnico referente a memorial descritivo, caderno de especificações e de encargos e avaliação pós-ocupação
– projeto urbanístico e de parcelamento do solo mediante loteamento
– projeto de sistema viário urbano
– coordenação de equipes de planejamento urbano ou de regularização fundiária
– projeto de arquitetura de interiores
– projeto de arquitetura paisagística
– direção, supervisão e fiscalização de obras referentes à preservação do patrimônio histórico, cultural e artístico
– projetos de acessibilidade, iluminação e ergonomia em edificações e no espaço urbano

Pela regra, toda a parte de projetos, compatibilização com projetos complementares e qualquer função técnica relacionada à elaboração ou análise de projetos só podem ser realizadas por profissionais registrados no CAU. Também ficou definido que cursos de Arquitetura e Urbanismo, só podem ser coordenados por pessoas com esse tipo de formação na graduação. Aguarde a publicação completa da resolução no site do CAU/BR. A Reunião Plenária que estabeleceu as atribuições privativas de arquitetos e urbanistas foi transmitida ao vivo para todo o Brasil.

Desde 1933, quando foi fundado o sistema de regulação profissional, houve muitas áreas compartilhadas entre as profissões. Agora ficam claras quais atividades são exclusivas de arquitetos e urbanistas e quais podem também ser feitas por outros profissionais. Quem descumprir essas regras pode ser denunciado e multado por exercício ilegal da profissão. Em 2012, o CAU/BR já havia regulamentado quais são todas as atividades que podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas. Leia aqui.

“Não se trata de uma medida corporativa, de restrição de mercado, mas de defesa da sociedade. Essas atividades, exercidas sem formação, oferecem riscos às pessoas e ao patrimônio”, diz Antonio Francisco. “A finalidade última é o interesse social”.

Para o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, “a aprovação da resolução pelo Plenário do CAU/BR é mais um passo que se dá na direção do restabelecimento das responsabilidades específicas dos arquitetos e urbanistas brasileiros e da melhor visibilidade da profissão por parte da sociedade”.

OBRAS NA IGREJA DE N.S DE MONTE SERRAT

AS OBRAS DE REFORMA DA IGREJA DE N.S DE MONTE SERRAT ESTÃO A TODO VAPOR, NESTA PRIMEIRA ETAPA – PINTURA INTERNA E EXTERNA E TROCA DE PISOS PARA OS FESTEJOS DE 300 ANOS DE SUA CONSTRUÇÃO.

A AETEC ESTA DANDO SUPORTE TÉCNICO A FIRMA CONTRATADA E A PREFEITURA DE COTIA  OS RECURSOS FINANCEIROS NECESSÁRIOS, TUDO ISTO GERENCIADO PELO VEREADOR LUIS GUSTAVO NAPOLITANO.

A SEGUIR IMAGENS EM 15 DE JULHO:

 

300 anos: Reforma da Igreja Matriz de Cotia está a todo vapor.
Qui, 18 de Julho de 2013 10:16
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Por Fau Barbosa

A reportagem do Portal Viva acompanhou na manhã dessa terça-feira(16) a vistoria das obras de restauração da Igreja Matriz de N. Sra de Monte Serrate. As obras tiveram início no último dia 28 e devem estar concluídas no final de agosto.

A obra está sendo feita para as comemorações dos 300 anos da Igreja, que acontecem no próximo dia 08 de setembro.

Estão sendo substituídos pisos e vigas de madeira sem condições de recuperação, além da pintura interna e externa. Também foi feita uma rampa de acessibilidade para o interior da igreja, localizada na lateral direita.

As obras estão sendo conduzidas por um engenheiro e assessoradas pela AETEC. Nossa reportagem acompanhou a visita técnica feita pelo arquiteto e atual presidente José Roberto Baraúna e pelo Vereador Luis Gustavo Napolitano.

Arquiteto Baraúna e vereador Luis Gustavo Napolitano estão acompanhando a obra

“É um trabalho muito delicado pois cada mexida é uma descoberta e soluções precisam ser pensadas para não alterar as características originais do prédio,” enfatizou Baraúna.

Muitas estruturas foram feitas de madeira e barro e ainda permanecem originais, como os arcos das passagens e afrescos laterais.

“O altar central e os dois laterais não serão mexidos nesse momento, pois são peças com mais de 300 anos e sua restauração só pode ser feita por profissionais habilitados”, informou Luis Gustavo.

Altar todo em madeira não será restaurado nesse primeiro momento

O custo da atual reforma ficará em R$ 100 mil reais que serão custeados pela paróquia, com a arrecadação gerada pela venda de uma rifa.

A paróquia conta com a divulgação e com a ajuda de empresários da região. O valor de cada número da rifa é R$300,00 e ela pode ser adquirida na Paróquia, com o Padre Odair. O prêmio é um veículo Fiat Uno zero kilômetro.

Rifa que está sendo vendida para custear as obras da Igreja Matriz.

Enquanto a obra da Igreja Matriz não termina, as missas estão sendo realizadas nos horários normais, no pátio da igreja.

Missas estão sendo realizadas no pátio da igreja, durante a reforma.

Praça da Matriz

Paralelamente, a Praça da Matriz também deve ser finalizada e entregue pela Prefeitura para as comemorações.